Após a descoberda do continente americano, A Espanha Imperial passa a exportar para o Novo Mundo grande parte dos alimentos e confortos, os quais seus colonizadores estavam a cosumados a consumir na terra de origem.
Tal fato teve grande o suporte da industria de olaria do sul da Espanha, em torno dos portos de Sevilha e Cádiz. Essa indústria produziu toda uma classe de contentores, hoje em dia chamados de anforetas ou jarras de azeitonas (em espanhol, botijuela, botijas, peruleras ou jarra de aceite).
Estes recipientes de barro, herdeiros de uma tradição oleira do mediterrâneo, com origem na Antigüidade Clássica, tinham formas indicadas para a estiva e transporte em águas agitadas.
As jarras de azeitonas eram produtos utilitários, fato que está evidente na deficiente qualidade de fabricação, sinal de que a quantidade era mais importante que a perfeição do produto final. Bolhas de ar na pasta, gargalos defeituoesos ou corpos assimétricos não eram reletvantes para a qualidade de fabricação, ja que o que mais importava era que a jarra fosse estanque suficiente para poder transportar líquidos tão variados como óleo lubrificante, óleo para a iluminação, vinho, vinagre, mel ou água. Eram fabricadas em torno de oleiro, sendo submetidas posteriormente à cozedura em forno.